Em relação à matéria “Polícia bandida”, publicada na ISTOÉ 1919, a partir da menção de meu nome num papel subscrito por pessoa inexistente e encaminhado às autoridades, refuto veementemente toda e qualquer especulação que tente conspurcar o passado funcional que construí ao longo de minha vida. Nunca fui cientificado por qualquer autoridade da existência de alguma investigação acerca de minha atividade profissional e, portanto, não tive a oportunidade de prestar qualquer esclarecimento. Estranho que a tentativa de envolver meu nome num fato escandaloso coincida com a proximidade das eleições nas quais disputarei uma cadeira na Câmara dos Deputados. Ao assumir a Superintendência da PF no RJ, em 2001, realizei a solenidade de posse no auditório do Jockey Club Brasileiro, do qual sou sócio há 28 anos. Jamais auferi vantagem de qualquer espécie no exercício dos espinhosos cargos que ocupei, e, ao contrário, procedi nos termos da lei contra todos que, no âmbito de minhas gestões, tentaram fazê-lo. Constituí advogados não só para o completo esclarecimento de minha posição nos acontecimentos, mas também para a responsabilização criminal dos levianos caluniadores.
Carta de minha autoria publicada na revista IstoÉ, na sua edição nº 1921, de 16 de agosto de 2006
Gostaria de saber se há algum e-mail o qual possa fazer contato.
Desde já agradeço.
Cláudia Morais