O assunto que mais uma vez me traz à tribuna é a grave situação da segurança pública no Estado do Rio de Janeiro. Houve embates fortíssimos no Complexo do Alemão, onde a polícia, executando suas ações, procurou vencer todos os obstáculos para prender criminosos. Infelizmente, a ação não foi de todo um sucesso. Primeiro, em função do grande número de vítimas; segundo, em função de aquela área até o momento não ter sido totalmente ocupada e dominada pelas forças públicas do Estado do Rio de Janeiro. Ao contrário do que publicou o Informe JB, não fico feliz quando a ação da segurança pública não é um sucesso.
Muito pelo contrário, desejo sempre o sucesso da área de segurança pública, dos policiais civis e policiais militares no combate à criminalidade. Desejo que tenhamos sucesso e que cada administração, na área de segurança pública, seja melhor do que a minha. Só assim poderemos devolver a tão desejada segurança pública ao povo do Estado do Rio de Janeiro. Deixei pronto um planejamento em 2005, o plano nº 01/2005, que foi aprovado pelo Gabinete de Gestão Integrada e pela Secretaria Nacional de Segurança Pública. Infelizmente, por causa da omissão do secretário Nacional de Segurança Pública, até hoje esse planejamento não foi executado. Se tivesse sido executado à época, talvez não estivéssemos sofrendo esses reveses na cidade do Rio de Janeiro. Por isso, peço ao governador Sérgio Cabral para cobrar da Secretaria Nacional de Segurança Pública que o Plano nº 01/2005 seja efetuado, para que se dê mais segurança à população do Estado do Rio de Janeiro. Espero que, dessa forma, eu esteja contribuindo mais uma vez para dar segurança dos cidadãos de meu Estado. Pronunciamento feito no plenário da Câmara Federal no dia 11 de julho de 2007
Duvido, deputado, que o governador Sérgio Cabral, com todo o seu interesse em resolver o problema da segurança no Rio, vá pôr em prática um plano – ainda que este seja excelente, não conheço – que foi elaborado pelo secretário de Segurança do governo que o Lula tratou como desdém durante quatro anos. Vamos ver.