José Dirceu

Pobre do nosso país em que a chefia da Casa Civil foi ocupada por José Dirceu, um agente da inteligência cubana, que pretendia instalar aqui um regime marxista-leninista. Para sobreviver, foi capaz de submeter familiares à dor de sua falsa morte. Impôs sofrimento às mães dos ex-companheiros mortos em decorrência do fornecimento de informações do traidor ao serviço de inteligência da ilha. Posa de patriota, mas cresceu no fisiologismo político, unindo-se à contravenção do jogo do bicho e dos caça-níqueis. Que comunista é esse que se vende a empresários de direita e vira agente de lobbies para grandes conglomerados e seus interesses econômicos junto a órgãos públicos? Como delegado de Polícia Federal, por 25 anos, pautei a minha vida pelo interesse do Brasil, combatendo criminosos de colarinho branco. Fui impedido de exercer minhas funções na PF por pressão de Dirceu, que interveio na instituição porque não desejava o sucesso nas ações de combate à criminalidade que vinham sendo empreendidas no Rio de Janeiro. Criou todas as dificuldades para que não houvesse uma força-tarefa de combate ao crime. Dirceu traiu o presidente, seus companheiros da luta armada, de partido e os que nele acreditaram. Não merece respeito.

*Carta de minha autoria publicada na edição de hoje do Jornal do Brasil

 

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