CPI dos equipamentos bélicos

Na seção De olho no seu voto domingo, O DIA considerou um exagero minha decisão de zelar pelo dinheiro público, apurando suspeitas da imprensa sobre a compra de equipamentos bélicos. O anúncio, antes do término do processo de licitação, da preferência do governo pela proposta francesa justifica o recolhimento de assinaturas para instalação de uma CPI – instrumento com que o Legislativo fiscaliza o Executivo – que evite a consumação de uma fraude iminente e o desvio de bilhões de dólares do patrimônio público.

Carta de minha autoria publicada hoje no jornal O Dia

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2 Responses to CPI dos equipamentos bélicos

  1. Gilson de Castro Vidal Junior says:

    Senhor Marcelo Itagiba

    Gostaria de saber a respeito da tramitação da PEC-245.Sei que o senhor tem dado grande apoio as Forças Armadas e as Forças Auxiliares, tendo em vista o grande trabalho do senhor com relação a segurança pública no Rio de Janeiro.
    Peço ao senhor que continue pleiteando nossa causa junto a câmara, pois nós, os militares, muito temos trabalhado e não temos sido reconhecidos por nosso país moralmente(devido a visão de “monstros” e “dominadores” que recebemos após a ditadura) e financeiramente(visto a grande defasagem de nossos proventos devido a equívocos de governos anteriores).
    Insisto em pedir que a atenção do senhor esteja voltada para causa dos militares, pois precisamos de apoio político, principalmente neste momento de “corrida armamentista” na América do Sul.Com o crescimento do poderio de bélico de nossos vizinhos populistas, é importante que nossas tropas estejam satisfeitas e assim preparadas para qualquer eventualiade.

    Contamos com o senhor
    Respeitosamente
    Gilson Junior

  2. Marcelo Itagiba says:

    Caro Gilson,
    Tenho me esforçado ao máximo para colocar em votação a PEC 245 que vai conferir dignidade salarial a todos os militares, de todas as patentes, das três Forças Armadas. Está tudo pronto para a PEC ser submetida a uma comissão especial, que ainda não foi formada, e votada no plenário da Câmara Federal. Após o trabalho da comissão especial, dependeremos apenas de uma decisão do presidente da Casa, no sentido de incluí-la na pauta de votações, o que, certamente, pode sofrer a influência da categoria, se ela estiver mobilizada para isso. É hora de unirmos força para pressionarmos democraticamente o Congresso Nacional, para que seja posta em votação a PEC que vai transformar a aflitiva realidade financeira dos militares do nosso país.

    Atenciosamente,
    Marcelo Itagiba

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