Ecos tardios

(Direto da FonteO Estado de S. Paulo) – Grupos neonazistas que atuam no Brasil podem estar mais bem articulados do que imagina nossa vã sociologia. Marcelo Itagiba, da comissão da Câmara que investiga o tema, descobriu conexões interestaduais entre organizações. Quando terminar seu relatório, o deputado pedirá que a Polícia Federal faça investigação nacional. A partir de documentos do Itamaraty, Itagiba também estuda a nebulosa passagem pelo Brasil de Franz Stangl, responsável pelo campo de concentração de Treblinka, na Polônia. Há suspeitas de que o carrasco, que viveu 16 anos por aqui, tenha mantido contato e doutrinado grupos nazistas brasileiros.
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