Navalha na Carne

(O Globo) – O deputado federal Marcelo Itagiba, ex-secretário de Segurança do Rio, esclareceu ontem que durante sua gestão, em 2005 e 2006, foram expulsos 281 PMs e 26 policiais civis.

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3 Responses to Navalha na Carne

  1. beht volky says:

    pq não temos 1 marcelo itagiba em são paulo ???
    não tem deputado melhor que itagiba…!!!!! é o meu sonho de consumo para São paulo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!..

  2. Gustavo Barbosa Lima says:

    From: gustavolima38@msn.com
    To: corregedor.cgu@seguranca.rj.gov.br; ouvidoriadapolicia@proderj.rj.gov.br; secretaria@cnmp.gov.br; dep.marceloitagiba@camara.gov.br
    CC: mffreire@prrj.mpf.gov.br
    Subject: PARA VOSSO CONHECIMENTO
    Date: Thu, 12 Aug 2010 19:28:05 +0000

    Exmº Sr. Dr. Corregedor Geral da CGU, boa tarde.

    Envio em anexo, ofícios oriundos da 2ª CPIA, enviados para o Exmº Sr. Procurador da República Dr. José Maria Panoeiro, assinados pelo Digníssimo Sr. Presidente da 2 CPIA, Dr. Antonio Fernando de Andrade mat. 176.708-6,sendo certo que ambos, referem ao Processo E-09/3922/1404 PAD 13/09,constando nos mesmos,uma matrícula de servidor estadual inexistente, 260.433-2.
    Nos dois ofícios enviados ao Exmº Sr. Procurador da República, constam a mesma motivação(…) ” objetivando instruir inquérito administrativo”(…)”em razão de representação feita pelo servidor “JUSTAVO BARBOSA LIMA Comissário de Polícia, matrícula 260433-2, por questões relacionadas na participação da empresa (…) FAGGA PROMOÃO DE EVENTOS AS, que firmou parceria com a SESEG para organizaçaõ do evento do IACP/INTERSEG realizada no Riocentro em setembro de 2007,e,caso positivo,informar o resultado”.
    também em anexo envio TERMO DE DEPOIMENTO do Processo E-09/3922/1404/08 PAD 13/09, onde consta a matrícula estadual existente e correta 260.432-0, termo este datado de 23 de junho de 2009, por mim prestado e assinado , dentro das dependências da CGU, especificamente, perante a 2ª Comissão Permanente de Inquérito Administrativo presidida pelo Ilustre Dr. Antonio Fernando de Andrade mat. 176.708-6.O que deixa inegavelmente, a impressão de que,o Ilustre Presidente Antonio Fernando de andrade , não possui o devido e necessário controle legal dos Processos Administrativos Disciplinares.
    Todavia, Exmº Sr. Dr. Corregedor Geral, há de se ressaltar, que os processos que tramitam dentro da CGU, possuem um informatizado sistema de controle : (Sistema Notes), sistema este que direciona os processos administrarivos automáticamente; baseados no nº de matrícula,por nº de PAD e quando estes nºs são digitados com erro , são lançados dentro de outros procedimentos, alguns deles como já citados acima, inexistentes.
    O que ocorre de mais grave, é a manutenção de Processos Administrativos inexistentes, ou até versando sobre matrículas inexistentes, bem como nomes de Servidores inexistentes, o que facilitaria, em tese, o próprio Crime Organizado agir dentro das estruturas desta Conceituada Corregedoria Geral Unificada;
    Agradeço vossa atenção,
    Respeitosamente,
    Gustavo Barbosa Lima
    Comissário de Polícia
    Matrícula 260.432-0

  3. Gustavo Barbosa Lima says:

    Prezado Dr. Marcelo Itagiba, bom dia.

    O que fazer diante desta matéira publicada no Jornal O Globo?
    Seria o caso de cobrar uma resposta ” do comando da segurança pública”?, se é que existe uma resposta para este estado de absoluto terrorismo?
    Isto nunca aconteceu quando o Sr. era o Secretário de segurança pública!!!

    Sem aval do comando da Segurança Pública , 12 policiais teriam tentado prender o chefe do tráfico na Rocinha

    Publicada em 21/08/2010 às 21h58m

    RIO – Uma operação não autorizada pelo comando da Segurança Pública feita por 12 policiais militares, para tentar prender o traficante Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, chefe do tráfico nas favelas do Vidigal e da Rocinha, estaria por trás da manhã de terror vivida neste sábado por centenas de turistas e moradores de São Conrado. A informação, obtida com fontes do GLOBO, não foi confirmada pela PM, mas será investigada.

    Vídeo: Leitor registra traficantes na praia

    Imagens da manhã de terror em São Conrado

    Reféns do Hotel Intercontinemtal ficam chocados com a violência
    Os policiais do Grupo de Ações Táticas (GAT) do 23 BPM (Leblon) foram informados da presença do bandido na Favela do Vidigal, ainda de madrugada. Nem estaria em uma festa acompanhado de ao menos 60 traficantes armados com fuzis, metralhadoras e pistolas. Ele chegou à favela por volta de 5h, anunciando bebidade de graça para os cúmplices e moradores. Ao deixar a comunidade, às 7h15m, os policiais – todos à paisana – tomaram um dos acessos da Avenida Presidente João Goulart, principal ligação entre a Avenida Niemeyer e o alto do morro, e ficaram esperando, escondidos.

    Após tiroteio em São Conrado, Cabral e Beltrame elogiam ação da polícia e dizem que política de segurança não muda

    Surpreendidos pelos PMs, Nem e seu bando, que seguiam em comboio para a Favela da Rocinha, reagiram a tiros. A intensa troca de tiros aconteceu por volta das 7h30m.

    Moradores do Vidigal confirmaram que Nem e seus cúmplices estavam numa festa no alto da favela, no final da Avenida João Goulart, uma das principais ruas da comunidade. Segundo fontes do GLOBO, Nem e seus cúmplices obrigaram a dois motoristas de Vans, do Vidigal, que os transportassem até a Rocinha, quando o grupo cruzou com policiais militares e começou o tiroteio.

    Segundo o coronel Paulo Henrique Moraes, comandante do Batalhão de Operações Especiais (Bope), há suspeitas de que Nem tenha se ferido durante o confronto, mas a polícia não sabe de seu paradeiro.

    Na ação, 35 pessoas foram feitas reféns, entre elas, alguns hóspedes do Hotel Intercontinental, que foi invadido pelo grupo armado. Um mulher que, segundo a Secretaria de Segurança Pública, trabalhava para o tráfico de drogas na Rocinha e era foragida da Justiça, morreu no confronto. Duas pessoas ficaram feridas. Elas foram socorridas e levadas para o Hospital Miguel, Couto na Gávea.

    Na comunidade, moradores contam que Nem desconfia que o líder da Associação de Moradores do Vidigal, José Valdir Cavalcante, o Zé da Rádio, candidato a deputado estadual, tenha procurado a polícia para denunciá-lo. Na sexta-feira, o traficante expulsou Zé do Rádio, que teria feito algo que o desagradou, embora já tivesse sido avisado. O líder comunitário teria jurado vingança, dizendo que procuraria à 15 DP (Gávea). No morro, para onde voltou, o traficante disse que Zé do Rádio “será a bola da vez”.

    Cordialmente,
    Gustavo Barbosa Lima

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