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	<title>Marcelo Itagiba &#187; Ações conjuntas</title>
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		<title>Temer e Itagiba inauguram exposição do Holocausto na Câmara</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 19:22:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itagiba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações conjuntas]]></category>
		<category><![CDATA[Ações contra o neonazismo]]></category>
		<category><![CDATA[Itagiba na Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[(Agência Câmara) &#8211; A exposição “Holocausto Nunca Mais” foi inaugurada na Câmara Federal pelo presidente da Casa, Michel Temer, o presidente da OAB, Ophir Cavalcante, e pelo deputado federal Marcelo Itagiba (PSDB-RJ),  autor da iniciativa de realizar a mostra no Parlamento. A exposição &#8230; <a href="http://www.marceloitagiba.com/2010/03/17/temer-e-presidente-da-oab-visitam-exposicao-do-holocausto/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(<strong>Agência Câmara</strong>) &#8211; A exposição “Holocausto Nunca Mais” foi inaugurada na Câmara Federal pelo presidente da Casa, Michel Temer, o presidente da OAB, Ophir Cavalcante, e pelo deputado federal Marcelo Itagiba (PSDB-RJ),  autor da iniciativa de realizar a mostra no Parlamento. A exposição é composta por 52 painéis com fotos, textos e documentos que retratam os campos de concentração nazistas durante a Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>De acordo com Marcelo Itagiba (PSDB-RJ), autor da proposta (PL 987/07) que prevê prisão de até três anos para quem negar o Holocausto, com o objetivo de propagar o racismo, “o objetivo da exposição é contribuir para a divulgação e o debate sobre o Holocausto e não permitir que o mundo esqueça a maior tragédia sofrida pelo povo judeu&#8221;.</p>
<p>A exposição poderá ser visitada até o dia 26 de março, na sala de exposições do Edifício Principal da Câmara.</p>
<p><div id="attachment_2391" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://www.marceloitagiba.com/wp-content/uploads/2010/03/holocausto-1.jpg"><img class="size-large wp-image-2391" title="holocausto 1" src="http://www.marceloitagiba.com/wp-content/uploads/2010/03/holocausto-1-1024x671.jpg" alt="" width="450" height="294" /></a><p class="wp-caption-text">Marcelo Itagiba, Michel Temer e Ophir Cavalcante</p></div></p>
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		<title>Não vejo melhora nos índices</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Oct 2007 16:31:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itagiba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações conjuntas]]></category>
		<category><![CDATA[De olho no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Itagiba na Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[O jornal Extra publica reportagem, em sua edição de hoje, informando que houve redução de prisões e de apreensões de armas e, ao mesmo tempo, aumento (33%) dos autos de resistência (mortes em confronto com a polícia) no primeiro semestre &#8230; <a href="http://www.marceloitagiba.com/2007/10/20/nao-vejo-melhora-nos-indices/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="3">O jornal <strong>Extra</strong> publica reportagem, em sua edição de hoje, informando que houve redução de prisões e de apreensões de armas e, ao mesmo tempo, aumento (33%) dos autos de resistência (mortes em confronto com a polícia) no primeiro semestre deste ano, em comparação ao mesmo período do ano passado, em cujo primeiro trimestre eu ainda ocupava o cargo de secretário de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro. O Extra noticia que, de acordo com as estatísticas do Instituto de Segurança Pública (ISP), o total de prisões (9.051) e de armas apreendidas (6.768) registrado nos primeiros seis meses de 2006 foi reduzido para 6.837 prisões e 5.799 armas apreendidas este ano. O jornal registra o meu comentário: &#8220;Não vejo melhora nos índices. Tínhamos uma política de desarticular os ´cabeças` das quadrilhas. Quantos líderes do tráfico foram presos?&#8221; Leia no post abaixo, publicado sob o título &#8220;<strong>Não há sucesso em operação com mortes de policiais ou inocentes</strong>&#8220;, a íntegra das minhas posições sobre política de segurança pública que defendi em debate na CBN, com o jornalista Heródoto Barbeiro, na manhã de ontem.</p>
<p></font></p>
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		<title>Não há sucesso em operação com mortes de policiais ou inocentes</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Oct 2007 15:15:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itagiba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações conjuntas]]></category>
		<category><![CDATA[Debate público]]></category>
		<category><![CDATA[Itagiba na Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[Participei de um debate no programa do Heródoto Barbeiro, na Rádio CBN, na manhã desta sexta-feira (dia 19), sobre a operação policial na Favela da Coréia, em Senador Câmara, que resultou na morte de dez traficantes, um policial e uma &#8230; <a href="http://www.marceloitagiba.com/2007/10/19/nao-ha-sucesso-em-operacao-em-que-policial-e-inocentes-sao-mortos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial">Participei de um debate no programa do Heródoto Barbeiro, na <strong>Rádio CBN</strong>, na manhã desta sexta-feira (dia 19), sobre a operação policial na Favela da Coréia, em Senador Câmara, que resultou na morte de dez traficantes, um policial e uma criança de quatro anos. Defendi o uso da inteligência em ações desse tipo, para que não haja riscos para os policiais e as pessoas inocentes que residem em comunidades dominadas pelo narcotráfico; e reafirmei a minha convicção de que as Forças Armadas podem e devem participar dessas ações com as polícias. Critiquei a omissão do Ministério da Defesa e da Secretaria Nacional de Segurança Pública, em razão da fragilidade da proteção às nossas fronteiras, pelas quais entram as armas e drogas, e também o fato de que o Exército, a Aeronáutica e a Marinha são forças capazes de participar do combate ao narcotráfico, mas não são empregadas nessas ações. </span><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"><span id="more-175"></span> </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial">Leia a íntegra das minhas declarações na CBN</span><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"> </span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"></span><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"><em>Durante a minha gestão na Secretaria de Segurança Pública, desenvolvi o conceito “inteligência, massa e força” nas operações policiais. Ou seja, levantamentos prévios de inteligência; ações com efetivo suficiente para impor a presença do Estado no local onde a ação é desenvolvida; e a força legal necessária para conter a criminalidade. </em></span><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"><em> </em></span></span><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"> </span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"></span><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"><em>As primeiras vítimas da violação aos direitos humanos são as comunidades pobres e carentes, que vivem subjugadas e submetidas ao império desses narcotraficantes fortemente armados com equipamentos de guerra que entram pelas nossas fronteiras. A adoção de ações pro-ativas de combate à criminalidade que adotamos na nossa gestão, e que a atual vem dando continuidade, é importante para libertar essas comunidades. </em></span><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"><em> </em></span></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"><em>Mas, obviamente essas ações têm que ser mais inteligentes e menos burras. Toda operação que leva à morte de policiais e à morte de inocentes não é uma operação muito bem sucedida. Ela será bem sucedida na medida em que forem feitas mais prisões e mais apreensões de armas. Durante o nosso período, nós batemos todos os recordes de prisões, que foram mais de 64 mil em três anos. E, no momento, o que tem aumentado não são as prisões, mas, sim, as mortes. Por outro lado, nós batemos todos os recordes de apreensão de armamentos. </em></span><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"><em> </em></span></span></span><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"> </span><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"><em>È muito importante desarmar a criminalidade. Além disso, o processo de inteligência é muito necessário, e também, após a operação policial é preciso a manutenção da presença do Estado nessas localidades. Como o efetivo da polícia é insuficiente para fazer essa ocupação, eu há muito tempo defendo a participação das Forças Armadas nesse processo integrado com a segurança pública, para levar paz e tranqüilidade e mais direitos humanos a essas comunidades.</em></span><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"><em> </em></span></p>
<p></span><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"></span><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"><em>Há uma omissão por parte da Secretaria Nacional de Segurança Pública, porque em janeiro de 2005 nós encaminhamos um planejamento operacional integrando todas essas forças no combate à criminalidade. O plano foi aprovado pelo Gabinete de Gestão Integrada, do qual participam todos os órgãos responsáveis pela segurança pública, mas até hoje esse plano não foi devidamente implementado. Nele estavam previstas justamente ações específicas em determinadas áreas da cidade do Rio de Janeiro em que o tráfico está presente, e fortemente armado, para que ele fosse desalojado e aquelas áreas fossem ocupadas de forma permanente, para dar segurança àquela população mais pobre que mora naqueles locais. </em></span><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"><em> </em></span></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"></span></span><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"><em>A polícia tem que ser vista como a primeira barreira em defesa dos direitos humanos em nossa sociedade. Não podemos admitir que excessos sejam praticados nessa ação, mas, muitas vezes, os policiais são recebidos à bala por indivíduos fortemente armados, e cabe à polícia fazer o seu papel. O que não podemos admitir é essa omissão do ministro da Defesa e da Senasp, que até hoje, em função de problemas políticos à época, não implementou o planejamento que foi encaminhado à Brasília e por eles aprovado. Até hoje o Rio de Janeiro continua esperando por essas ações.</em></span><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"><em> </em></span><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"> </span></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"></span><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"><em>Sobre a cogitação de que criminosos teriam sido executados na Favela na Coréia, é preciso, em primeiro lugar, esclarecer que as incursões policiais não são voltadas para o extermínio, mas sim destinadas a prender bandidos fortemente armado. Não existe política de Estado direcionada a extermínio de quem quer seja. Pode haver, muitas vezes, excesso praticado por quem está na ponta. Mas só quem está na ponta é que sabe a situação real no meio de um tiroteio.</em></span><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"><em> </em></span></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"></span><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial"><em>O que eu acho que modificou foi a forma de cobertura jornalística das ações policiais. Num dado momento o pêndulo vai para um lado, contrário a esse tipo de ação, e num outro dado momento vai em apoio a esse tipo de ação. É preciso haver um equilíbrio na avaliação dessas questões. Antes havia um espaço para estas denúncias, o que vem sendo reduzido nos últimos tempos. </em></span></span></span></p>
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		<title>Todos contra o crime</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Sep 2006 21:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itagiba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações conjuntas]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças estruturais]]></category>

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		<description><![CDATA[A grande apreensão esta semana, no Paraguai, de mais de 600 armas que teriam como destino o Brasil é mais uma demonstração da necessidade de que a segurança pública se torne uma prioridade nacional, o mais rápido possível. As organizações criminosas agem como milícias &#8230; <a href="http://www.marceloitagiba.com/2006/09/10/todos-contra-o-crime/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A grande apreensão esta semana, no Paraguai, de mais de 600 armas que teriam como destino o Brasil é mais uma demonstração da necessidade de que a segurança pública se torne uma prioridade nacional, o mais rápido possível. As organizações criminosas agem como milícias armadas que aterrorizam a população, atacam os poderes constituídos e desafiam o Estado. Ao longo dos anos, o crime estendeu seus tentáculos e criou ramificações por todo o país, traficando drogas, lavando dinheiro, cometendo assassinatos e outras modalidades de crime. </font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os estados e o governo federal precisam agir juntos contra essa ameaça. Temos que encurralar os bandidos, prendê-los e, empregando todos os recursos da área de inteligência policial, quebrar a sua espinha dorsal, que é a lavagem de dinheiro obtido de forma criminosa.<br />
Tenho dito e repito: isoladamente, as ações das polícias estaduais não surtirão os efeitos esperados. Nos últimos três anos, somente os policiais do Rio de Janeiro retiraram de circulação os 80 chefões do tráfico, fizeram mais de 64 mil prisões e apreenderam nas mâos dos bandidos 45 mil armas. </font></font></p>
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		<title>A violência está em todas as regiões do país</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Sep 2006 22:50:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itagiba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações conjuntas]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças estruturais]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia e Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Reformulação Penal]]></category>

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		<description><![CDATA[As opiniões reunidas no caderno especial publicado hoje no Globo, a respeito do conjunto de medidas que devem ser tomadas para que a criminalidade nacional seja efetivamente combatida, confirmam o que venho falando exaustivamente nos últimos anos. As medidas não &#8230; <a href="http://www.marceloitagiba.com/2006/09/03/a-violencia-esta-em-todas-as-regioes-do-pais/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As opiniões reunidas no caderno especial publicado hoje no Globo, a respeito do conjunto de medidas que devem ser tomadas para que a criminalidade nacional seja efetivamente combatida, confirmam o que venho falando exaustivamente nos últimos anos. As medidas não podem ser isoladas. O problema da criminalidade, que se alastra por todo o país, exige, em primeiro lugar, que a segurança pública se torne prioridade nacional. Para isso, precisamos de um Ministério da Segurança Pública e, também, que a Constituição Federal estabeleça um percentutal obrigatório de investimentos na área de segurança, como já existe para a saúde e a educação.</p>
<p><span id="more-17"></span></p>
<p>Ao mesmo tempo, é necessário que sejam providenciadas inciativas que, concomitantemente, contribuam para o fim do caos social brasileiro que alimenta a violência. Temos que combater o crime com polícia bem aparelhada, com reformulação do Código Penal, com investimentos sociais, com a ampliação da rede pública de saúde, com escolas em tempo integral, com desenvolvimento econômico, com geração de empregos, com ações conjuntas da quais participem todas as forças de segurança que têm co-responsabilidade pela ordem pública e, principalmente, com uma efetiva política nacional de segurança pública que até hoje não saiu do papel.</p>
<p>Nenhuma dessas medidas, isoladamente, surtirá efeito. Mas todas juntas, com a participação da população, que deve denunciar anonimamente os criminosos e jamais comprar produtos roubados ou pirateados, estaremos no camimho certo para combater a violência que tem ceifado a vida de 50 mil brasileiros todos os anos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Emprego das Forças Armadas</title>
		<link>http://www.marceloitagiba.com/2006/08/19/bala-hamapmsrmpo/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Aug 2006 20:50:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itagiba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações conjuntas]]></category>

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		<description><![CDATA[No Rio de Janeiro, a Secretaria de Segurança Pública e o Comando Militar do Leste do Exército brasileiro realizaram várias operações conjuntas voltadas especificamente para a recuperação de armas roubadas de quartéis, sem que, de forma alguma, a presença dos &#8230; <a href="http://www.marceloitagiba.com/2006/08/19/bala-hamapmsrmpo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No Rio de Janeiro, a <a target="_blank" href="http://www.ssp.rj.gov.br">Secretaria de Segurança Pública</a> e o Comando Militar do Leste do Exército brasileiro realizaram várias operações conjuntas voltadas especificamente para a recuperação de armas roubadas de quartéis, sem que, de forma alguma, a presença dos militares tivesse um viés intervencionista. Ou seja, as ações conjuntas desencadeadas com êxito no Rio são uma demonstração irrefutável de que todos que têm co-responsabilidade pela garantia da ordem pública podem e devem cumprir com as suas missões constitucionais. </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Como peça fundamental da engrenagem nacional de segurança pública &#8211; de cuja estrutura fazem parte a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal e as Polícias Civil e Militar &#8211; o Exército, a Marinha e a Aeronáutica podem realizar muito mais do que aquilo que, por si só, já seria um feito histórico: o efetivo controle da entrada de armas, munições e drogas que passam pelas fronteiras do Brasil e chegam às mãos dos criminosos que concentram seus negócios, principalmente, nas áreas urbanas de maior densidade demográfica. </font></p>
<p><span id="more-12"></span><font size="2"><font size="2"> </font></font><font size="2"><font size="2"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Embora poucos saibam, as Forças Armadas dispõem de instrumentos legais para realizar tarefas de cunho policial, quando há ocorrência de crimes militares. O inquérito policial militar oferece aos militares os mesmos dispositivos legais dos quais se utilizam as polícias judiciárias estaduais para investigar os crimes comuns. </font></font></font><font size="2"><font size="2"> </font></font></p>
<p><font size="2"><font size="2"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A partir da abertura do IPM, os militares encarregados da apuração de um crime militar podem investigar, tomar depoimentos, promover acareações, realizar interceptações telefônicas mediante autorização concedida pela Justiça Militar, solicitar mandados de prisão e de busca e apreensão, e realizar incursões nos locais relacionados à elucidação do crime, com o emprego da força policial-militar adequada à operação. </font></font></font></p>
<p><font size="2"><font size="2"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Como se vê, o IPM permite às Forças Armadas o desenvolvimento das investigações pertinentes ao desvendamento da autoria de crimes militares, sobretudo os mais preocupantes deles: furtos e roubos de armas de unidades militares. </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As Forças Armadas têm legitimidade para agir contra os marginais que reúnem em seu poderio bélico armamentos contrabandeados ou extraídos dos seus paióis &#8211; dois crimes militares passíveis de ações decorrentes do IPM. Uma legitimidade para agir que, aliás, prescinde de acordos formais entre governos.</font></font></font></p>
<p><font size="2"><font size="2"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><em><strong /></em></font></font></font></p>
<p><font size="2"><font size="2"> </font></font></p>
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