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	<title>Marcelo Itagiba &#187; Inteligência Policial</title>
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		<title>Prestação de contas do meu mandato</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 02:03:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itagiba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atividades parlamentares]]></category>
		<category><![CDATA[Combate à corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[De olho no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Foro privilegiado]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças estruturais]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Pronunciamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Reformulação Penal]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje é um dia em que o tempo nos permite falar um pouco mais. E nada melhor do que estarmos próximos do término desta legislatura, para fazermos um balanço e uma prestação de contas. Como Vossas Excelências sabem, eu cheguei &#8230; <a href="http://www.marceloitagiba.com/2010/08/03/prestacao-de-contas-do-meu-mandato/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje é um dia em que o tempo nos permite falar um pouco mais. E nada melhor do que estarmos próximos do término desta legislatura, para fazermos um balanço e uma prestação de contas.</p>
<p>Como Vossas Excelências sabem, eu cheguei aqui após uma carreira de quase 30 anos no Departamento de Polícia Federal, onde tive a oportunidade de trabalhar nas cidades do Rio de Janeiro, de São Paulo e de Brasília, sempre atuando contra o crime organizado e contra o tráfico de drogas. Também dirigi a Inteligência do Departamento de Polícia Federal durante quase três anos.</p>
<p>Posteriormente, exerci o cargo de Superintendente da Polícia Federal no meu Estado do Rio de Janeiro. Fui Subsecretário e Secretário de Segurança Pública. Então, fui eleito Deputado Federal, em função da confiança e do reconhecimento do povo do meu Estado ao trabalho desenvolvido à frente da Secretaria de Segurança Pública.</p>
<p>Encontramos a Secretaria de Segurança com muitas dificuldades, provenientes de um governo-tampão que não teve condições de controlar a atividade criminosa que se desenvolvia no Estado.<br />
Quando assumimos, fizemos uma série de ações e de operações para colocar o crime organizado, o tráfico de drogas e os crimes violentos no seu devido lugar, ou seja, respeitando a atividade policial, respeitando o Estado.</p>
<p>Realizamos as operações Asfixia, Pressão Máxima e Inteligência, Massa e Força, batendo todos os recordes referentes a apreensão de armas e prisão de criminosos.</p>
<p>Além disso, com a inteligência bem empregada, retiramos de circulação as chamadas 80 lideranças do tráfico de drogas. Modernizamos e trouxemos vários avanços, como a inauguração do Batalhão da Barra da Tijuca, do Batalhão de Belford Roxo e do Batalhão da Maré. Compramos vários blindados que salvaram as vidas dos policiais e permitiram aos policiais enfrentar o crime em condições de dar a devida resposta.</p>
<p>Investimos também na compra de helicópteros, armamentos e coletes de proteção para os nossos policiais. Demos, inclusive, um aumento de 17% para todos os policiais e bombeiros, durante a minha gestão.</p>
<p>Hoje, estamos assistindo a um quadro em que se instalam no Rio de Janeiro as Unidades de Polícia Pacificadora, que no passado já foram Postos de Policiamento Comunitário e Grupamentos de Policiamento em Áreas Especiais. Agora se tem um novo nome de policiamento específico nessas áreas. Mas é mais do mesmo. O que eu temo é que isso possa estar sendo utilizado, hoje, como um instrumento de ação política momentânea.</p>
<p>Nós sabemos que o efetivo da Polícia Militar do Rio de Janeiro está muito aquém do necessário. Cerca de mil policiais saem das fileiras da polícia a cada ano. E mil é a capacidade anual de reposição. Quando se tira 300 policiais para colocar numa UPP e mais 300 para outra, estamos deixando de repor o policiamento nos batalhões. E quando deixamos de repô-lo, o que acontece, principalmente, nos batalhões da Baixada Fluminense e do interior do Estado, são dois fenômenos: primeiro, a mancha criminal move-se para essas localidades; segundo, não temos policiamento ostensivo suficiente para inibir esse tipo de atividade criminosa.</p>
<p>Por isso, assistimos nos últimos tempos menos apreensão de armas, menos prisões e um aumento de 183% de roubo a transeuntes e de 52% de roubo no interior de coletivos. Na verdade, em vez de estarmos proporcionando um bem, podemos estar proporcionando um mal, a não ser que tenhamos condições de aumentar o efetivo da força policial no Estado, para que esse tipo de trabalho possa ser levado a todas e não apenas a algumas comunidades, o que permite ao crime organizado se instalar em outras áreas, fazendo daquilo o seu território privativo.</p>
<p><span id="more-2982"></span><br />
Quero registrar, também, que venho desenvolvendo nesta Casa um trabalho para que todos sejam verdadeiramente iguais perante a lei.</p>
<p>Por isso, propus uma PEC acabando com o foro privilegiado. Ou seja, todos têm de ser julgados pelo mesmo juiz ao qual todos os cidadãos são submetidos, sem exceção para qualquer autoridade deste País.</p>
<p>Em segundo lugar, propugnei — e tem uma lei nesse sentido — pelo fim da prisão especial. Nada justifica prisão especial para aqueles que são detentores de cargo ou diploma. Aliás, no dia em que todos forem para a mesma cadeia, passarão a se preocupar em melhorar o sistema penitenciário.</p>
<p>Venho propugnando, também, que aquele que tem mais conhecimento, aquele que tem mais discernimento receba uma pena superior à daquele que teve menos chance de estudar. Aquele que tem mais escolaridade tem mais juízo e sabe mais. Portanto, deve arcar com as consequências mais pesadas. Essa é uma forma também de se fazer a igualdade.</p>
<p>Estão tramitando nesta Casa outras iniciativas legislativas minhas que julgo importantes, como a da reestruturação do sistema repressivo penal brasileiro. Nessa PEC, proponho atribuição específica às guardas municipais, para que elas saibam qual é a sua atividade e tenham seu trabalho exercido em defesa da sociedade.</p>
<p>Os atos chamados antissociais serão de responsabilidade das guardas, que levarão os infratores imediatamente à presença de um juiz, que dará a esse indivíduo duas possibilidades de cumprimento da pena: serviços à comunidade ou até mesmo uma multa pecuniária.</p>
<p>Defendo também, no segundo estágio, a estadualização da Lei das Contravenções Penais. A realidade do Rio Grande do Norte não é igual à do Rio Grande do Sul; a do Paraná não é igual à de Pernambuco; a do Rio de Janeiro não é igual à do Amazonas.</p>
<p>Portanto, a legislação deve ser estadual, que pode absorver muitos dos tipos que não precisam estar na legislação penal, permitindo que os policiais militares façam o ciclo completo de polícia.</p>
<p>Além disso, defendo um Código Penal enxuto com somente o que é verdadeiramente violência: a violência praticada contra os cofres públicos, pelos corruptos do Estado; a violência praticada contra as pessoas; a violência do crime do colarinho branco, que muitas vezes não tira sangue, mas sangra toda uma população com esquemas de propinas, de corrupção e de manipulação dos mercados. Nessa reestruturação, a investigações dos crimes realmente graves ficará a cargo das Polícias Civis e da Polícia Federal, naquilo que for da sua competência.</p>
<p>Essas são propostas ousadas, que merecem e devem ser discutidas neste Parlamento.</p>
<p>Não posso deixar de citar a minha luta, que é a luta de vários Parlamentares, para que este Governo não retire aquilo que foi concedido ao Estado do Rio de Janeiro e aos Municípios produtores de petróleo. E digo isso com a maior tranquilidade, porque não há benesse alguma nos royalties. O que há, na verdade, é uma compensação para equilibrar o pacto federativo.</p>
<p>Como todos aqui bem sabem, os royalties foram criados pelo fato de o ICMS ter deixado de incidir na origem, ou seja, os estados produtores, sendo cobrado nos estados de destino, o que ocorre, única e exclusivamente, na energia e no petróleo.</p>
<p>Portanto, para que houvesse equilíbrio na arrecadação, no Pacto Federativo e nos investimentos é que se concedeu o royalty, e não apenas para a cobertura dos custos dos desastres socioambientais, como os que ocorreram recentemente no Golfo do México, nos Estados Unidos da América, e que podem ocorrer, sim, no Brasil.<br />
Por isso, impetrei de mão própria, perante o Supremo Tribunal Federal, um mandado de segurança em defesa dos Estados e dos Municípios produtores, porque esta lei não poderia ter tramitado nesta Casa, já que tinha como base de distribuição o Fundo de Participação dos Estados, considerado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal. Algo que tem como base o que o Supremo declara inconstitucional não pode sair deste Congresso Nacional como lei.  Por essa razão, impetrei mandado de segurança pedindo que este direito seja assegurado aos Estados produtores.</p>
<p>Tudo isso se dá, infelizmente, por causa de uma equivocada mudança de política, em que conquistamos o que conquistamos com o sistema de concessão, enquanto o Governo, que tem um outro entendimento, com o qual não concordo, manda para esta Casa um novo sistema de partilha prestes a quebrar a PETROBRAS, para modificar todo o sistema, prejudicando o direito adquirido dos Municípios do meu Estado e do Estado do Rio de Janeiro, coisa que não podemos nem vamos permitir. Vamos enfrentar esta situação em todos os lugares possíveis, seja na tribuna desta Casa, seja no Supremo Tribunal Federal.</p>
<p>Concedo um aparte ao Deputado Paes de Lira.</p>
<p>Deputado Paes de Lira – <em>Vossa Excelência fez um diagnóstico da segurança pública no Estado do Rio de Janeiro e também apresentou propostas relacionadas a sua visão — larga visão — de 30 anos de serviços dedicados à população na defesa da segurança pública, na defesa das pessoas contra o crime, especialmente do crime organizado. É um panorama que dá uma boa medida da sua atividade legislativa. Atesto também que Vossa Excelência se engajou muito fortemente em outro combate extremamente importante, o do resgate da dignidade material dos policiais através da nossa PEC 300. Quem sabe vamos votá-la agora, porque há condições, o interstício foi cumprido e pode perfeitamente a Presidência da Casa convocar uma sessão extraordinária para essa finalidade. Estou certo de que Vossa Excelência apoiará também esse pleito. É interessante verificar, ao mesmo tempo em que lutamos tanto para melhorar um pouco materialmente a vida dos policiais, que enfrentamos sintomas de mais um levante do crime organizado no Estado de São Paulo. Se se configurar realmente, poderá afetar o Estado do Rio de Janeiro. Geralmente tem ocorrido assim. Tenho certeza de que as polícias do Rio de Janeiro e de São Paulo estão preparadas também. Curiosamente começamos a ouvir críticas. Os policiais militares mataram. Parece que algumas pessoas, Deputado Marcelo Itagiba, preferem que o policial morra.<br />
Parece que algumas pessoas preferem que o policial seja enterrado com honras de herói, com o féretro coberto pela bandeira brasileira, tudo em prol da suposta preservação de uma estrutura de direitos humanos, que não faz outra coisa, na cabeça de certas pessoas — e isso prejudica muito a tese dos direitos humanos —, do que defender criminosos. Espero que parem com isso, porque o policial tem que se defender. O policial — e Vossa Excelência sabe muito bem, pois tenho certeza de que comunga dessa posição — tem o direito de se defender com todas as armas, utilizando-as quando necessário, sempre com comedimento, em circunstâncias evidentemente críticas, e o Estado Democrático de Direito tem de utilizar e até mesmo empregar a força letal para sua própria defesa, para a defesa da sociedade, para a defesa das pessoas de bem. Meus cumprimentos pelo seu relato, meus cumprimentos por sua análise. Temos alguns pontos divergentes, sim, mas sua análise é profunda. Cumprimento Vossa Excelência ainda por trazer, neste Grande Expediente de hoje, tão importante tema. </em></p>
<p>Agradeço ao Deputado Paes de Lira o seu aparte e  incorporo-o ao meu pronunciamento. Aproveito também para falar exatamente sobre a PEC nº 300. Nesta Casa hoje, todos são pais da PEC nº 300, todos estão a favor dela. Mas, para isso, foi preciso um grande trabalho de convencimento por parte do Coronel Paes de Lira — Deputado Federal pelo Estado de São Paulo —, dos Deputados Major Fábio e Capitão Assumção, que juntamente comigo se ombrearam para que fosse aprovada a PEC do nosso Deputado Arnaldo Faria de Sá, também de São Paulo.</p>
<p>Portanto é importante dizer que o que nós aprovamos não é o ideal, não é aquilo pelo qual nós nos batemos.</p>
<p>Aprovamos aquilo que o Governo, com sua arrogância, com sua prepotência, com sua base permitiu que viesse a ser aprovado, mas não aquilo que nós idealizamos como necessário, a fim de dar dignidade aos policiais militares, aos bombeiros e também aos policiais civis, que foram por mim incluídos na Comissão Especial para que também tivessem seu piso reconhecido.</p>
<p>Ou seja, todos nós desejamos remunerar digna e corretamente todos os policiais brasileiros, porque, como Vossa Excelência bem o disse, os policiais são a verdadeira barreira da garantia dos direitos humanos em nosso País, para que o Brasil não seja tomado pelos facínoras e pelos criminosos. São eles que dão o seu sangue no dia a dia, a sua vida, o seu suor e as lágrimas de suas famílias em defesa de cada um de nós que vivemos neste País.</p>
<p>Então chegou a hora, sim, de ver esse direito reconhecido. E é por isso que eu estou engajado na campanha daquele que considero o melhor candidato à Presidência da República, em função de sua história, de sua vivência, de sua experiência e de sua competência, que é José Serra. Porque também José Serra disse ser necessário dar prioridade à segurança pública. E essa segurança será dada a partir do momento em que Sua Excelência propõe a criação do Ministério da Segurança Pública, com base, inclusive, em artigo escrito por mim na Folha de S.Paulo, em 2006, propugnando pela criação desse Ministério, que julgo tão necessário, porque, para mim, as três grandes prioridades deste País são: educação, saúde e segurança.</p>
<p>Para a saúde e educação existem verbas constitucionalmente destinadas e definidas, mas para a segurança pública, não. E é por isso que eu defendo também uma reforma nesta Casa, a fim de proporcionar à segurança pública não só a remuneração dos servidores, mas também os recursos destinados a investimentos que se fazem necessários.</p>
<p>Concedo um aparte à Deputada Rita Camata.</p>
<p>Rita Camata &#8211; <em>Cumprimento Vossa Excelência, querido Deputado e companheiro Marcelo Itagiba, que representa a população do Rio de Janeiro na Câmara dos Deputados com tanta seriedade e compromisso. Cumprimento-o não só pela intervenção que faz, com profunda propriedade e reconhecimento da importância da segurança pública e dos profissionais desta área para o País — e fazendo desse seu pronunciamento o reconhecimento da importância de votarmos o segundo turno da PEC 300 —, como também por Vossa Excelência mencionar o nosso candidato à Presidência da República, pelo seu comprometimento com a segurança, um dos principais e mais importantes temas do seu programa de Governo, também com a questão dos royalties de petróleo citados por Vossa Excelência.<br />
Eu e Luiz Paulo entramos com mandado de segurança questionando o fato de a Câmara estar votando não através de emenda constitucional. Porque royalties é uma indenização a Estados e Municípios produtores, não é um tributo, as participações especiais também. Para desigualdade deste País, temos o FPM, que sobra ao Sul e Sudeste apenas 15% do que é arrecado. E o próprio Serra disse que o grande erro deste Governo é a proposta de alteração da matéria do petróleo e da PETROBRAS em nosso País. São mais de 50 bilhões de dólares de prejuízo que a PETROBRAS está tendo, quase um BRADESCO. Pouco se fala sobre isso, com essa mexida, com essa mudança que está sendo feita, de forma açodada, irresponsável, o que compromete a capacidade de investimentos de municípios e contratos firmados, como é o caso dos leilões já realizados. Associo-me ao pronunciamento que faz no Grande Expediente desta tarde. Parabéns a V.Exa.</em></p>
<p>Obrigado, Deputada e futura Senadora Rita Camata. Incorporo a manifestação de V.Exa. ao meu pronunciamento de hoje.</p>
<p>Quero falar, ainda, sobre uma questão que me parece também fundamental: ficha limpa. No ano passado, propus um projeto de lei, em que, a partir da condenação de primeiro grau, o indivíduo não poderia voltar à vida pública.</p>
<p>Durante quase 30 anos exerci o cargo de delegado, mas, quando ingressei, por concurso público, nos quadros do Departamento de Polícia Federal, fui obrigado a apresentar todas as certidões negativas para poder exercer minha atividade.</p>
<p>Não entendo porque aqueles que pretendem representar o povo brasileiro não tenham a obrigatoriedade de ter a sua ficha limpa.<br />
É por isso que apresentei um projeto nesse sentido, mais duro do que esse que foi aprovado. É por isso que digo que quem vai fazer verdadeiramente a ficha limpa neste País é a população brasileira, através da análise dos seus candidatos, através do retrospecto dos seus candidatos e com o seu voto secreto, tirando dos Parlamentos aqueles que não souberam honrar a confiança do povo brasileiro.<br />
Entendo que ficha limpa é uma necessidade fundamental. Não há procurador, não há representante que possa representar quando não traz em si as condições para fazê-lo, e as primeiras condições devem ser aquelas de caráter ético e moral.</p>
<p>Senhoras e senhores deputados, fiquei muito feliz em fazer este pronunciamento na tarde de hoje, mas não poderia terminar sem dizer algumas palavras relativas à necessidade de se aprovar a PEC nº 308, fazendo com que os agentes penitenciários se tornem a polícia penitenciária. Está pronta para ser votada, não tem custo nenhum. Poderemos fazer isso de forma correta e transparente, dando esse direito aos nossos policiais penitenciários, para que possam efetivamente fazer a recuperação daqueles que estão no sistema carcerário.</p>
<p>Por fim, quero também pedir que seja reconhecido aos delegados da Polícia Federal e aos da Polícia Civil um direito que lhes foi assegurado pela Constituição de 1988 e até hoje não implementado. Tramita na Casa mais uma PEC no sentido de dar o direito e a garantia aos policiais.</p>
<p>Tenho aqui uma luta, que sempre será a favor do povo brasileiro, em primeiro lugar, dos policiais, em segundo lugar, e contra os bandidos e a criminalidade, onde quer que se encontrem.</p>
<p><strong>Discurso feito hoje na tribuna do plenário da Câmara</strong></p>
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		<title>CNJ vai verificar divergências entre números de telefones grampeados no país</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 20:49:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itagiba</dc:creator>
				<category><![CDATA[CPI do Grampo]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Policial]]></category>

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		<description><![CDATA[(Folha Online, às 17h32) &#8211; O presidente da CPI das Escutas Clandestinas da Câmara, deputado Marcelo Itagiba (PMDB-RJ), vai encaminhar ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça) os números levantados pela comissão sobre a quantidade de telefones monitorados por escutas no &#8230; <a href="http://www.marceloitagiba.com/2008/12/02/cnj-vai-verificar-divergencias-entre-numeros-de-telefones-grampeados-no-pais/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small;">(<strong>Folha Online</strong>, às 17h32) &#8211; O presidente da CPI das Escutas Clandestinas da Câmara, deputado Marcelo Itagiba (PMDB-RJ), vai encaminhar ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça) os números levantados pela comissão sobre a quantidade de telefones monitorados por escutas no país. Enquanto o CNJ divulgou o número de 11.846 telefones monitorados atualmente por escutas, a CPI chegou ao total de 375 mil interceptações.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">No encontro com o corregedor-nacional de Justiça, Gilson Dipp, nesta terça-feira, Itagiba disse que a divergência entre os números é conseqüência do método utilizado para o levantamento das escutas.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;Nós demonstramos que os nossos dados se referem ao ano de 2007, que foram fornecidos pelas empresas de telefonia, diferentemente da informação que o conselho recebeu, que são os dados de 2008 apenas referentes a dois meses e não contém os dados tão completos como os fornecidos pelas empresas de telefonias, porque os dados que eles receberam são oriundos dos tribunais nos Estados&#8221;, afirmou Itagiba.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">O deputado disse que vai encaminhar os dados da CPI ao CNJ para que o órgão possa verificar se existem incorreções nos números encaminhados ao conselho pelos tribunais que autorizam a realização das escutas. Itagiba disse acreditar que, após a fiscalização da CPI, os juízes estão mais rigorosos para conceder autorizações para escutas telefônicas.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;Desde que a CPI se iniciou houve uma considerável redução de solicitações e também de deferimentos. Os juizes passaram a ser mais rigorosos na concessão de interceptações&#8221;, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">O presidente do CNJ, ministro Gilmar Mendes, disse não acreditar em divergências entre os números levantados pelo conselho e pela CPI. &#8220;A rigor, aqui não há divergência. Teriam chegado mais informações de São Paulo e outros Estados que estavam faltando. Creio que chegaria ao total de 14 mil telefones monitorados. Em um curto espaço de tempo vamos ter informações precisas sobre as razões desse divórcio&#8221;, afirmou Mendes.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Polêmica</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Ao divulgar o balanço das escutas telefônicas no início de novembro, Dipp chegou a afirmar que os números de escutas eram &#8220;infinitamente menores&#8221; do que as 375 mil interceptações apontadas pela CPI, o que provocou a irritação de Itagiba. Na ocasião, o deputado disse que a declaração do ministro era &#8220;imprópria&#8221; porque não Dipp não poderia comparar &#8220;banana com laranja&#8221; &#8211;uma vez que se tratavam de levantamentos realizados em períodos distintos.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Segundo o CNJ, existem hoje 11.846 telefones monitorados por escutas no país. Os dados são referentes ao ano de 2008. A CPI, por sua vez, havia divulgado a existência de 375 mil grampos telefônicos &#8211;mas Itagiba garantiu que o valor se refere exclusivamente ao ano de 2007, com dados repassados pelas operadoras.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Em novembro, o CNJ divulgou o balanço das interceptações telefônicas legais levantado pelo órgão desde que o conselho aprovou resolução que determinou o envio mensal das solicitações judiciais das interceptações. Não enviaram informações ao CNJ os tribunais dos Estados de Alagoas, Mato Grosso, Paraíba, Tocantins e São Paulo.</span></p>
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		<title>Todos contra o crime</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Sep 2006 21:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itagiba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações conjuntas]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças estruturais]]></category>

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		<description><![CDATA[A grande apreensão esta semana, no Paraguai, de mais de 600 armas que teriam como destino o Brasil é mais uma demonstração da necessidade de que a segurança pública se torne uma prioridade nacional, o mais rápido possível. As organizações criminosas agem como milícias &#8230; <a href="http://www.marceloitagiba.com/2006/09/10/todos-contra-o-crime/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A grande apreensão esta semana, no Paraguai, de mais de 600 armas que teriam como destino o Brasil é mais uma demonstração da necessidade de que a segurança pública se torne uma prioridade nacional, o mais rápido possível. As organizações criminosas agem como milícias armadas que aterrorizam a população, atacam os poderes constituídos e desafiam o Estado. Ao longo dos anos, o crime estendeu seus tentáculos e criou ramificações por todo o país, traficando drogas, lavando dinheiro, cometendo assassinatos e outras modalidades de crime. </font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os estados e o governo federal precisam agir juntos contra essa ameaça. Temos que encurralar os bandidos, prendê-los e, empregando todos os recursos da área de inteligência policial, quebrar a sua espinha dorsal, que é a lavagem de dinheiro obtido de forma criminosa.<br />
Tenho dito e repito: isoladamente, as ações das polícias estaduais não surtirão os efeitos esperados. Nos últimos três anos, somente os policiais do Rio de Janeiro retiraram de circulação os 80 chefões do tráfico, fizeram mais de 64 mil prisões e apreenderam nas mâos dos bandidos 45 mil armas. </font></font></p>
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		<title>Segurança Pública no Rio</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Sep 2006 20:06:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itagiba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inteligência Policial]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é um dos vídeos com depoimentos meus sobre o conceito de combate ao crime que empreguei quando secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro. O depoimento é seguido de imagens feitas do helicóptero da PM que possui câmera &#8230; <a href="http://www.marceloitagiba.com/2006/09/08/seguranca-publica-no-rio/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/7SVb3fXDcr8"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/7SVb3fXDcr8" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object><br />
Este é um dos vídeos com depoimentos meus sobre o conceito de combate ao crime que empreguei quando secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro. O depoimento é seguido de imagens feitas do helicóptero da PM que possui câmera de observação noturna. Em três anos, investimos R$ 150 milhões em modernos equipamentos para o enfrentamento ao tráfico no Rio de Janeiro.<br />
Os outros vídeos podem ser assistidos no <a target="_blank" href="http://www.youtube.com/profile_videos?user=Itagiba1518">You Tube</a>.</p>
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		<title>Quem compra peças de carros roubadas estimula o crime?</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Aug 2006 16:51:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itagiba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inteligência Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia e Cidadania]]></category>

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		<description><![CDATA[No meu último comentário, tratei da questão do papel de financiadores do tráfico que, admitido ou não, é exercido pelos usuários de drogas, que dão o suporte financeiro necessário para que os criminosos comprem armas de guerra que oferecem riscos &#8230; <a href="http://www.marceloitagiba.com/2006/08/28/quem-compra-de-pecas-de-carros-roubadas-estimula-o-crime/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No meu último comentário, tratei da questão do papel de financiadores do tráfico que, admitido ou não, é exercido pelos usuários de drogas, que dão o suporte financeiro necessário para que os criminosos comprem armas de guerra que oferecem riscos a todos.</p>
<p>Ontem, o &#8220;Fantástico&#8221; exibiu mais uma grande operação da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis, a DRFA, que vem realizando um sério trabalho no combate a essas duas modalidades de crime no Rio de Janeiro. Após um minucioso trabalho de inteligência, aliás uma exemplar característica das equipes da DRFA, os policiais cercaram e desarticularam, na zona oeste do Rio, uma &#8220;feira&#8221; de vendas de peças de veículos de procedência não comprovada, ou seja, provavelmente fruto dos crimes de roubos e veículos. As imagens levadas ao ar mostravam as pessoas comprando peças como quem vai à feira comprar frutas e legumes, como se não houvesse nada demais nisso. Isso é inadmissível!! É um estímulo ao crime!!</p>
<p>Imagine, você, como se sentiu, ao assistir à reportagem, uma pessoa que sofreu a violência praticada por um ladrão de carros que levou o seu patrimônio? E a reação de quem teve um parente ferido ou morto por um ladrão de carros, capaz de extirpar uma vida, para se apoderar do bem material?</p>
<p><span id="more-15"></span></p>
<p>As pessoas precisam se conscientizar de que levar pequenas vantagens, ao comprar peças de carros roubados, CDs piratas ou qualquer outro produto levado às ruas de forma criminosa, é contribuir com os bandidos, sejam eles assaltantes ou receptadores. O combate à criminalidade não é uma missão somente da polícia. É de todos. A polícia, com a sua missão de prevenir e reprimir os crimes. Os cidadãos, com o seu dever cívico de não se locupletar com essas vantagens enganosamente inofensivas e, mais do que isso, denunciá-las à polícia, sob a segurança do anonimato.</p>
<p>As pessoas precisam ter repugnação à revenda ilegal de produtos roubados ou falsificados. Por trás desses negócios escusos está alguém que perdeu seu patrimônio ou um ente querido. Por trás dessas atividades criminosas está uma cultura de leniência com práticas inaceitáveis que precisam ser revistas, para que a gente possa iniciar a construção de um país melhor para todos, onde todos possam ter a oportunidade de conseguir as suas coisas por meio do trabalho honesto.</p>
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		<title>Ataques do PCC e a crise de segurança nacional</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Aug 2006 21:09:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itagiba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inteligência Policial]]></category>

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		<description><![CDATA[É preciso endurecer o enfrentamento às quadrilhas organizadas de traficantes que, não só em São Paulo onde houve uma onda gravíssima de atos violentos, mas em todo o território nacional, têm levado insegurança à população, sobretudo nas grandes metrópoles, numa &#8230; <a href="http://www.marceloitagiba.com/2006/08/13/ataques-do-pcc/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É preciso endurecer o enfrentamento às quadrilhas organizadas de traficantes que, não só em São Paulo onde houve uma onda gravíssima de atos violentos, mas em todo o território nacional, têm levado insegurança à população, sobretudo nas grandes metrópoles, numa escalada de violência jamais vista. Até quando a sociedade brasileira, aviltada por uma onda de assaltos, seqüestros e assassinatos, terá que ouvir das pessoas responsáveis pela reformulação da legislação penal e pela aplicação das forças de repressão que é preciso investir menos em ações de confronto e mais na recuperação dos presos? É preciso ter coragem e dizer que, na verdade, embora realmente uma boa parte da populaçào carcerária precisa de educação e trabalho nas unidades prisionais onde estão encarceradas, existem, sim, criminosos irrecuperáveis. Chega de hipocrisia. Alguém em sã consciência acha mesmo que bandidos como Fernandinho Beira-Mar e Marcola, por exemplo, que mandam assassinar pessoas, muitas vezes com requintes de crueldade, por meio de torturas e mutilações, são recuperáveis?</p>
<p><span id="more-8"></span></p>
<p>Alguém acha que um bandido capaz de manter até mesmo uma criança num cativeiro para atingir os seus escusos objetivos financeiros é passível de ressocialização para reingressar na sociedade e viver, como a maioria dos brasileiros, do suor do trabalho honesto? Claro que não! São facínoras que não têm o menor respeito pela vida humana. Por isso, precisam passar o resto dos seus dias atrás das grades. Quero prisão perpétua para esses marginais que são, comprovadamente, irrecuperáveis. Tenho mais de 23 anos de experiência profissional como delegado de Polícia Federal e falo com conhecimento de causa. Minha experiência, ao mesmo tempo, também revela que é preciso combater as causas da violência, lutando contra a miséria, a falta de empregos, saúde, educação, para que todos possam ter uma vida digna. Contudo, para os irrecuperáveis criminosos, defendo e vou brigar pela adoção da prisão perpétua.</p>
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		<title>A arma do cidadão é a consciência</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Aug 2006 21:22:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dsollero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inteligência Policial]]></category>

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		<description><![CDATA[As favelas não são um problema criado por aqueles que não tinham onde morar, mas sim a solução por eles encontrada para suprir a inexistência de uma política habitacional que, somada à total falta de oportunidades sociais, vai aumentando cada &#8230; <a href="http://www.marceloitagiba.com/2006/08/11/a-arma-do-cidadao-e-a-consciencia/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As favelas não são um problema criado por aqueles que não tinham onde morar, mas sim a solução por eles encontrada para suprir a inexistência de uma política habitacional que, somada à total falta de oportunidades sociais, vai aumentando cada vez mais o fosso que nos afasta de uma existência pacífica. A cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, tem hoje mais de 650 favelas. No ano 2010, elas concentrarão 21,1% da população (1,4 milhão de pessoas), segundo projeção do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (IETS). </font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O avassalador processo de favelização da cidade, acrescido do entrincheiramento dos bandidos e do tempero da droga, potencializa a violência e exige, urgentemente, a revisão de conceitos equivocados segundo os quais somente o organismo policial tem responsabilidade pela segurança do cidadão. Polícia não é solução para problemas sociais. </font></font></p>
<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><span id="more-6"></span> </font></p>
<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Além de ações policiais, segurança pública exige intervenções econômicas, políticas e sociais que promovam a redução dos níveis de miséria e o aumento das oportunidades na educação e no trabalho. E mais do que isso: não haverá solução definitiva, se as ações de desmantelamento do tráfico não partirem efetivamente dos moradores das favelas. É hora da insurreição pacífica e cidadã dos moradores, denunciando anonimamente os facínoras que os oprimem e os maus policiais que os desrespeitam. A maioria tem que derrotar a minoria. Contra as armas dos traficantes, temos que construir uma rede de solidariedade que, por meio da informação e da denúncia, irá destruí-los. Somos todos nós contra eles, os criminosos. </font></p>
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