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Comemoração do 1º Dia Nacional da Imigração Judaica
segunda-feira, 15 de março de 2010O meu primeiro projeto transformado em lei
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009O presidente da República em exercício, José Alencar, numa emocionante cerimônia realizada ontem em Brasília, sancionou o meu projeto de lei que estabelece a data de 18 março como o Dia Nacional da Imigração Judaica para o Brasil. Foi o meu primeiro projeto transformado em lei. Razão de muito orgulho.
Não foi fácil escolher uma entre as diversas datas representativas da influência e da contribuição da comunidade judaica ao desenvolvimento do país. Elegemos 18 de março porque é o dia da reinauguração, em 2002, da primeira sinagoga fundada nas Américas, a da Santa Comunidade Rochedo de Israel), erguida no Século XVII, na rua dos Judeus, em Recife, durante o domínio holandês.
Estiveram presentes o embaixador de Israel no Brasil, Giora Becher; o embaixador honorário de Israel no Estado do Rio de Janeiro, Osias Wurman; a presidente da Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro, Lea Lozinski, o rabino Sergio Margulies, o deputado Zenaldo Coutinho (PSDB-PA) e diversos representantes da comunidade judaica.

O presidente da República em exercício, José Alencar, sanciona o projeto de lei
A lei que instituiu o Dia da Imigração Judaica para o Brasil
Família Gracie é sinônimo de jiu-jítsu no mundo inteiro
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009(Correio do Brasil) – A artista plástica e escritora Reila Gracie foi a entrevistada deste domingo do deputado Macerlo Itagiba, no programa De Olho no Rio, exibido pela CNT. Reila contou histórias deliciosas da família que é sinônimo de jiu-jítsu no mundo inteiro.
Filha de Carlos e mãe de Roger, campeão mundial de Jiu-Jitsu, Reila passou mais de cinco anos pesquisando e estudando a vida de seu pai para escrever a biografia “Carlos Gracie: O criador de uma dinastia”, da Editora Record.
– O livro é mais do que a biografia do meu pai, que morreu em 1994, aos 92 anos. A obra traz a história da minha família. Os protagonistas de quase um século de história são os campeões da família Gracie –, disse ela.

Reila Gracie e Marcelo Itagiba
Humberto Mota diz que comércio deve fechar o ano com variação positiva
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009(Correio do Brasil) – O presidente do Conselho Superior da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ) e da Dufry do Brasil Free Shop, Humberto Mota, foi o entrevistado do deputado federal Marcelo Itagiba no programa De Olho no Rio deste domingo, exibido pela CNT.
Humberto Mota falou dos 200 anos da Associação Comercial do Rio de Janeiro, uma das mais antigas entidades de representação civil do país, sempre atuante em momentos decisivos da história do país. Marcelo Itagiba reconheceu a importância da entidade.
– A Associação Comercial do Rio de Janeiro teve papel ativo em muitas das transformações econômicas, sociais e políticas que levaram, por exemplo, à proclamação da Independência, à abolição da escravidão e à consolidação da República –, disse Itagiba, lembrando que tem muito carinho pela atividade comercial, já que é neto de comerciante.

O empresário Humberto Motta e Marcelo Itagiba
Ahmadinejad é o Hitler dos tempos modernos
segunda-feira, 23 de novembro de 2009Senhor Presidente e Senhores Deputados, O que me traz hoje a esta tribuna é assunto da maior gravidade. Infelizmente, o nosso País está recebendo alguém que pode ser assemelhado a Hitler: o Presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad.
O governador José Serra, do meu partido, em artigo publicado hoje no jornal Folha de S. Paulo sob o título “Visita Indesejável”, pontua, de forma corajosa, clara e precisa, porque o Brasil não pode receber pessoas como essa em seu território.
Temos observado ultimamente uma política equivocada do Ministério das Relações Exteriores, que vem induzindo a erro S.Exa. o Presidente da República. É um erro receber como convidado o Presidente do Irã, que está tendo atitude ditatorial dentro de seu país, perseguindo minorias, violando direitos humanos e não permitindo que o povo se expresse livremente.
A sua eleição, contestada pelas fraudes cometidas, não pode ser reconhecida pelo mundo. Alguns daqueles que protestaram contra o processo eleitoral iraniano estão sendo, inclusive, condenados à prisão perpétua e, quem sabe, até mesmo à morte.
Esse Presidente do Irã, que nada tem a ver com o povo iraniano — porque não estamos a criticar o povo do Irã e, sim, esse facínora —, nega a ocorrência e a existência do holocausto, que ceifou mais de 6 milhões de vidas de judeus, assassinados única e exclusivamente porque professavam uma fé com a qual a besta nazista não concordava. E junto com os judeus foram sacrificados homossexuais, ciganos e pessoas de outras denominações religiosas.
Esse indivíduo vem pregando perante o mundo a inexistência desses fatos. Mas tenho hoje comigo a presença, juntamente com o Deputado Zenaldo Coutinho, de um sobrevivente do Holocausto. Tenho as fotografias que atestam e demonstram a ocorrência do Holocausto; assim como o testemunho dos pracinhas da FEB que foram lutar contra o nazismo em defesa da democracia. Todos não concordam com a presença desse indivíduo em nosso território.
Não satisfeito em não reconhecer a existência do Holocausto, o presidente do Irã propugna por um novo Holocausto, com o extermínio do Estado de Israel. E, além disso, vem desenvolvendo armamento nuclear. Imaginem um armamento nuclear na mão de alguém que não sabe propor a paz e que propugna somente pela guerra!
O Ministro da Defesa do Irã, por ele nomeado, é um procurado internacionalmente. Tenho comigo um mandado de prisão expedido pela INTERPOL, a pedido da justiça argentina, país coirmão do Brasil, em função do atentado ocorrido contra a Associação Mutual Israelita Argentina, em que pereceram mais de 80 pessoas. O comando dessa operação foi feito pelo atual Ministro da Defesa do Irã.
Temos um terrorismo de Estado institucionalizado por este que hoje visita o nosso País a convite do nosso Presidente da República. Espero que o Presidente possa refletir e dizer a ele que nós, no Brasil, vivemos em paz, desejamos a paz e sabemos que o Holocausto aconteceu.
Não podemos admitir que alguém venha aqui e negue a existência desse abominável fato histórico. Peço aos Srs. Deputados que aprovem o quanto antes o projeto de minha autoria que criminaliza a negação do Holocausto, bem como a de outros crimes contra a Humanidade com o objetivo de criar um sentimento racista.
Temos que repudiar a presença, em nosso País, e, principalmente, nesta Casa da democracia, de um criminoso que iguala-se à besta nazista. É o Hitler dos tempos modernos. Fora, Ahmadinejad! Fora do nosso País! Não o desejamos aqui e, por isso, em nome de todos aqueles que defendem a democracia, dou-lhe um cartão vermelho, porque não podemos concordar com a sua presença no território nacional. Muito obrigado, Srs. Deputados.
Discurso feito na tribuna do plenário da Câmara na tarde do dia 23 de novembro de 2009

Zenaldo Coutinho e Marcelo Itagiba protestam contra a vinda de Ahmadinejad


Exposição de fotos que registram os horrores do Holocausto
Marcha da Vida retrata trajeto pelos campos de concentração
segunda-feira, 23 de novembro de 2009(Correio do Brasil) – Na véspera da chegada ao Brasil do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, que nega o Holocausto, o deputado Federal Marcelo Itagiba entrevistou o produtor do documentário Marcha da Vida, que retrata o trajeto pelos campos de concentração, LG Tubaldini Jr, o Tuba, no programa De Olho no Rio, exibido neste domingo pela CNT.
– O filme é um documentário que acompanha grupos de jovens judeus de mais de 20 países, como Brasil, EUA, Alemanha, Polônia, e Israel na experiência da Marcha da Morte, no trajeto pelos campos de concentração de Varsóvia até Auschwitz-Birkenau. Esses jovens refazem o mesmo percurso feito por vítimas da Segunda Guerra Mundial –, explicou Tuba.
O filme, de acordo com Tuba, faz uma leitura jovem da guerra.
– O documentário revela o que pensa a juventude que herdou esta experiência, como assimila o que ocorreu e como celebra a vida, sem esquecer o passado terrível por que passaram seus parentes. Conhecemos uma jovem de São Paulo que encontrou o nome de um parente na lista das vítimas –, disse ele.
O produtor Tubaldini Jr. e Marcelo Itagiba
Violência no Rio preocupa tucanos que criticam descaso do governo federal
segunda-feira, 19 de outubro de 2009(Agência Tucana, às 18h28) – A notícia de que detentos do presídio federal de Catanduvas (PR) deram a ordem para a invasão ao Morro dos Macacos, no Rio de Janeiro, na madrugada de sábado, numa ação que resultou em 13 mortes, expôs as fragilidades do sistema de segurança pública do governo Lula.
A avaliação é de parlamentares do PSDB que, nesta segunda-feira, criticaram a ineficiência do Planalto para impedir que ações como estas possam ser planejadas em presídios federais de segurança máxima.
Ex-secretário de segurança pública do Rio de Janeiro, o deputado Marcelo Itagiba (RJ), criticou o descaso do Ministério da Justiça para solucionar o problema da violência no país.
“O Ministério da Justiça não tem feito nenhum esforço para promover, em conjunto com as esferas estaduais e municipais, ações integradas de segurança.”
Para Itagiba, o governo federal se mostrou incapaz de controlar a entrada de drogas e armas de guerra nas fronteiras, elevando, com isso, a violência nas grandes cidades.
No mesmo tom, o líder da Minoria no Congresso, deputado Otavio Leite (RJ), disse que a gestão petista é lenta e ineficiente para dar prosseguimento às ações de segurança pública.
“E, na maioria das vezes, elas não passam de factóides”, afirmou Leite. Leite também criticou a declaração do ministro da Justiça, Tarso Genro, que, após o episódio, se prontificou a colocar a Força Nacional de Segurança Pública à disposição do Palácio da Guanabara.
“Em geral, o governo aparece só depois de ocorrida a catástrofe e para desviar a atenção. A gestão Lula precisa dar mais importância a ações de segurança e menos a badalações”, ressaltou.
Para o líder do PSDB na Câmara, José Aníbal (SP), o objetivo seria esmiuçar as iniciativas adotadas na área de segurança pública pela governo petista.
“A incompetência desse governo está levando a uma situação de estado permanente de terror no Rio. É preciso coordenar ações de inteligência com o auxílio das polícias civil e militar”, disse.
A informação de que a ordem para invadir a favela carioca partiu do presídio de Catanduvas foi confirmada pela Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro. Em meio à guerra do tráfico, no episódio do último sábado, um helicóptero da Polícia Militar foi derrubado e três policiais morreram.
De Olho no Rio tirou dúvidas sobre a nova gripe
segunda-feira, 10 de agosto de 2009(www.correiodobrasil.com.br) – O pneumologista Carlos Alberto de Barros Franco, professor titular de Pneumologia da Escola Médica da PUC e membro titular da Academia Brasileira de Medicina, foi o convidado na estreia do programa De Olho no Rio, da CNT (canal 9), neste domingo. Mediado pelo deputado federal Marcelo Itagiba (PMDB-RJ), o programa, que vai ao ar aos domingos às 12h15, debateu a pandemia de gripe suína, forma de prevenção e combate à doença.
Barros Franco esclareceu sobre as formas de contágio e os riscos da gripe suína. Ele acredita que há mais casos de pacientes com a doença do que os notificados e explicou que nas cidades, como o Rio de Janeiro, onde é grande o número de favelas e comunidades carentes, a doença se espalha mais.
– Nas favelas, as famílias convivem mais de perto, com um número grande pessoas, da avó ao bisneto. A probabilidade é grande de contágio.

Dr. Barros Franco e Marcelo Itagiba
Itagiba no programa Tribuna Independente
sexta-feira, 5 de junho de 2009Militância do PMDB abandonada
terça-feira, 2 de junho de 2009Itagiba repudia presidente do Irã
quarta-feira, 6 de maio de 2009O facínora que preside o Irã
quarta-feira, 29 de abril de 2009Na condição de representantes políticos do povo brasileiro, cuja formação nos notabiliza perante o mundo como uma nação de natureza pacífica, que, aliás, por conta dessa característica, soube acolher exemplarmente, no século XX, grandes contingentes de povos de diversos países que abandonaram suas pátrias para fugir dos horrores da guerra, temos, todos nós, deputados e senadores, o dever de repudiar a presença do incendiário presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, em nosso país e, em particular, nas sedes do Parlamento Nacional.
Em respeito ao sentimento de paz presente nos corações brasileiros, temos o dever de nos alinhar com o digno comportamento dos representantes das principais democracias do mundo, que durante a Conferência Durban II, no último dia 20 de abril, em Genebra, deram as costas a Ahmadinejad e se retiraram do plenário, em protesto à ignomínia do discurso que fazia, negando a ocorrência do Holocausto, que matou mais de seis milhões de judeus na Segunda Guerra Mundial, e propondo, afrontosamente, a extinção do Estado de Israel.
Nossa manifestação de indignação contra todos aqueles que insistem em pregar a violência, a segregação racial e religiosa entre os povos será sempre um bem-vindo gesto de solidariedade ao nosso povo brasileiro e às nações que, em todo o mundo e em várias épocas da história da Humanidade, foram brutalmente violentadas ou dizimadas por ditadores que, hoje, tem na figura de Mahmoud Ahmadinejad a sua principal e mais perigosa representatividade.
O senhor Ahmadinejad representa a preservação de um pensamento arcaico, movido pela ostentação de valores que não cabem mais em nossos dias, como a truculência contra os opositores de seu governo, bem como a repressão àqueles que não comunguem de suas idéias.
Se a Câmara dos Deputados já houvesse aprovado o projeto, de minha autoria, que penaliza aqueles que, com a finalidade de incentivar ou induzir à prática de atos discriminatórios ou de segregação racial, não reconhecem o Holocausto e todos os outros Crimes Contra a Humanidade, teríamos elementos ainda mais fortes para barrar a vinda de representantes Diplomáticos e Chefes de Estado Estrangeiros em cujas mentes malsãs germinam as mais hediondas estratégias contra seres humanos que não se coadunam com as suas ideologias.
As mentiras pregadas que visam negar o genocídio dos judeus, ciganos e homossexuais receberam tipificação penal em países como Alemanha, Áustria, Bélgica, Holanda, Polônia, Espanha, Portugal, Itália e França, que consideram crime a “negação do Holocausto”.
O Parlamento Europeu, como resultado dos trabalhos do Ano Europeu Contra o Racismo, em 1997, baixou Resolução na qual, em face de existirem setores da população com atitudes racistas e xenófobas, propôs que os estados membros passem a classificar como crime a instigação ao ódio racial ou à xenofobia, e outros atos correspondentes, bem como a negação do Holocausto ou delitos contra a humanidade.
Do repúdio do Parlamento Nacional à presença, em nosso país, de um facínora que hoje preside o Irã, deveriam participar todos os Poderes que representam o Estado brasileiro, numa demonstração significativa e inequívoca do nosso respeito às diferenças religiosas e culturais, à democracia e aos direitos humanos.
Discurso dado como lido no plenário da Câmara Federal no dia 28 de abril de 2009