O programa De Olho no Rio levou ao ar, no último domingo, pela CNT, o segundo protesto do movimento “Por um Rio mais seguro” contra o aumento da criminalidade no estado que teve um crescimento de 183% no crime de roubo a transeunte, em comparação com os três primeiros anos do governo anterior.
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Novo protesto na Lagoa contra a onda de assaltos
quarta-feira, 10 de março de 2010Itagiba entrega diploma Bertha Lutz a Clara Steinberb
terça-feira, 9 de março de 2010(Correio do Brasil) – A engenheira civil Clara Perelberg Steinberg, uma das agraciadas na 9ª edição do diploma Mulher-Cidadã Bertha Lutz, recebeu o prêmio das mãos do deputado federal Marcelo Itagiba (PSDB-RJ), na cerimônia, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, ocorrida na manhã desta terça-feira, em sessão solene no Senado, com a presença ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff.
O nome de Clara Perelberg Steinberg fora indicado por Marcelo Itagiba por meio de ofício ao Conselho do diploma Bertha Lutz, presidido pelo senador Marco Maciel (DEM-PE). Clara é formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde também se especializou em engenharia industrial e econômica.
JB PERGUNTA
segunda-feira, 8 de março de 2010(Jornal do Brasil) - Cabe redução de maioridade penal no Brasil, que tem frágil sistema educacional?
O meu parecer apresentado na Câmara Federal favorável à redução da idade de ingresso na maioridade penal de 18 para 16 anos não é solução para a violência. O combate à criminalidade e a consequente redução da violência, que atinge gravemente não só o Rio de Janeiro mas todas as grandes metrópoles do país, dependem de um Código Penal forte e de uma Justiça efetiva. É necessária ainda a adoção de um conjunto de medidas socioeconômicas que previnam o ingresso, sobretudo dos jovens, no mundo do crime, com a oferta de educação, emprego e salários dignos. “Lugar de criança é na escola e lugar de bandido é na cadeia” é o princípio que defendo. Quanto mais investirmos em escolas, menos gastaremos em construção de presídios. Contudo, não se pode admitir que um jovem de 16 anos mate uma pessoa e fique, no máximo, três anos internado. O jovem de 16 sabe que usar uma arma para matar alguém é crime. Se ele é capaz de entender, deve, portanto, sofrer as consequências da lei, sendo responsabilizado criminalmente. A maioridade penal aos 18 anos não pode ser tratada como um dogma. Isso impede a discussão sobre novas políticas criminais.
Marcelo Itagiba, ex-secretário de Segurança Pública do Rio e deputado federal pelo PSDB
Blog Militar Legal repercute discurso na Câmara
sexta-feira, 5 de março de 2010O blog Militar Legal, o mais lido pelos policiais militares do Estado do Rio de Janeiro, disponibilizou o discurso que fiz esta semana em defesa da PEC 300, que garante um piso salarial digno para todos policiais militares, civis e bombeiros do país. Clique aqui para ler.
Deputado homenageia JB
sexta-feira, 5 de março de 2010(Jornal do Brasil) – O deputado federal Marcelo Itagiba (PSDB-RJ), em discurso feito na quarta-feira à tarde na tribuna da Câmara dos Deputados, saudou o novo presidente do Jornal do Brasil, Pedro Grossi, que assumiu o comando do veículo nesta semana.
– Quero fazer a defesa veemente da liberdade de expressão, da liberdade de opinião e, consequentemente, da liberdade de imprensa, que hoje mantém viva a democracia em nosso país. Por isso, parabenizo o Jornal do Brasil por designar Pedro Grossi para sua presidência. Ele é homem comprometido com o país, com a verdade, com a defesa da democracia e das liberdades. Por isso, tê-lo à frente do JB é motivo de júbilo para todo o Brasil.
Ontem, o deputado federal comentou a edição especial do JB sobre Tancredo Neves, e destacou que “não há nada mais atual do que as ideias de conciliação e construção de Tancredo Neves, que perduram no tempo, estampadas exatamente no Jornal do Brasil, o veículo de comunicação que tem tudo a ver com a História do Brasil”.
Foto: Saulo Cruz / Agência Câmara
Itagiba incluiu policiais civis nos benefícios da PEC 300
quarta-feira, 3 de março de 2010(Correio do Brasil) – Duas inovações ao texto original, feitas pelo deputado federal Marcelo Itagiba (PSDB-RJ), foram acolhidas na aprovação da PEC 300, que cria um piso nacional para os policiais militares, bombeiros e policiais civis. A proposta foi votada na noite desta terça-feira pelo plenário da Câmara Federal. A proposta inicial atendia apenas aos PMs e bombeiros do país. Os policiais civis foram incluídos na PEC pelo texto substitutivo apresentado há três meses por Marcelo Itagiba.
Psiquiatra defende tratamento compulsório de drogados
terça-feira, 2 de março de 2010(Correio do Brasil) – Em entrevista ao deputado federal Marcelo Itagiba (PSDB-RJ) para o programa De Olho no Rio, levado ao ar no último domingo, pela CNT, o psiquiatra Jorge Jaber, especialista no tratamento de dependência química, declarou ser favorável ao projeto de lei (nº 6.073) do parlamentar, quer promove mudanças na lei que, em 2006, instituiu o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas (Sisnad).
De acordo com o projeto de Marcelo Itagiba, todos os viciados em drogas que apresentarem elevado grau de dependência, a ponto de serem considerados, de acordo com laudos médicos, incapazes de tomar decisões pessoais, serão submetidos a tratamento de saúde especializado e obrigatório.
Ainda, segundo o projeto, também serão obrigados a se tratar todos aqueles que, mesmo não sendo totalmente dependentes, forem presos pela terceira vez por uso de drogas.
- Sou totalmente favorável ao projeto porque, comprovadamente, conforme demonstram dezenas de estudos realizados a respeito dessa questão, o tratamento compulsório destinado à recuperação de dependentes de droga dá mais resultados positivos do que os feitos voluntariamente, ou seja, com a concordância do paciente – afirmou Jorge Jaber.
População aprova projeto de Itagiba
Durante a entrevista, Marcelo Itagiba ressaltou que tem grande aceitação popular o seu projeto de lei, que, além do tratamento compulsório, prevê a possibilidade de o juiz poder determinar a prisão de até 30 dias para os condenados por porte de drogas que não cumprirem as penas alternativas imputadas. O Sisnad acabou com a pena de prisão para usuários e estabeleceu apenas multa e admoestação verbal (advertência) como sanções a serem aplicadas aos que não cumprirem as penas alternativas.
Enquete feita no blog Justiça e Cidadania, do jornal O Dia, em outubro do ano passado, revelou que a maioria aprova o projeto, sendo que 70,7% consideram que “os dependentes químicos ajudam a financiar o tráfico de drogas”, enquanto somente 29,3% acham que “os usuários devem receber apenas tratamento de saúde gratuito do estado”.
Na entrevista, o psiquiatra Jorge Jaber alertou para importância de o governo federal investir em campanhas publicitárias que esclareçam a população sobre os riscos oferecidos pelas drogas, principalmente o crack.
- A droga, sobretudo o crack, que está criando uma geração de perdidos, instaura o caos no âmbito familiar do dependente e o leva à morte, de forma humilhante – afirmou o psiquiatra.
Eles são capazes
segunda-feira, 1 de março de 2010Apresentei na Câmara Federal parecer favorável às propostas destinadas a reduzir de 18 para 16 anos a idade de ingresso na maioridade penal. Os Códigos Penais adotados por diferentes nações foram baseados em princípios diversos para o estabelecimento da idade que encerra o período da inimputabilidade e inaugura o da maioridade penal. Contudo, a capacidade de discernimento do acusado é o elemento essencial das legislações, independentemente da idade definida como marco para o início da responsabilização criminal.
A maioridade penal pode vigorar a partir dos 18 anos (Brasil, Dinamarca, Áustria e França, entre outros), 16 (Argentina, Bélgica, Portugal, Espanha e Cuba), 14 (Alemanha e na Itália), 12 (Hungria e a Romênia) ou 7 (EUA), dependendo das leis estaduais americanas. No Brasil, a maioridade já se deu aos 14 anos, com o Código Criminal do Império, de 1830.
Alguns juristas consideram a maioridade penal aos 18 anos uma cláusula pétrea de nossa Constituição Federal, o que a tornaria, na opinião deles, inalterável por meio de emenda constitucional. No entanto, considero que pétreo poderia ser o estabelecimento da diferença entre maioridade e menoridade penal, mas não o seria a idade definida para o seu início, já que essa é discricionária e depende da capacidade de compreensão do ato ilícito praticado.
Há razoabilidade na defesa da tese de que o jovem de 16 anos, nos tempos atuais, deve ser responsabilizado criminalmente por seus atos. Afinal, ele não é mais o mesmo jovem que tinha 16 anos em 1940, quando foi sancionado o Código Penal. Hoje, ele é capaz de discernir e de responsabilizar-se.
Exatamente por conta dessa evolução, o novo Código Civil reduziu de 21 para 18 anos a maioridade civil, permitindo até que o cidadão, aos 16, constitua empresa, responsabilizando-se por todas as obrigações do negócio, se for emancipado pelos pais. O CP também precisa estar conectado à realidade.
Discernimento é a capacidade de compreender o ato criminoso praticado. O jovem de 16 sabe muito bem que usar uma arma para matar alguém é crime. E que para este crime existe pena. Se ele é capaz de entender, deve, portanto, sofrer as conseqüências da lei, sendo responsabilizado criminalmente.
Entendo, ainda, que ele deva cumprir a pena integralmente. Inicialmente, em unidades destinadas àqueles que tenham até 21 anos. O restante, em presídios. A separação sugerida segue o mesmo princípio da lei que impede primários de serem encarcerados com reincidentes. No Brasil, a lei trata o jovem de 16 anos como inimputável e, ao mesmo tempo, o considera com suficiente maturidade para influenciar na vida política brasileira, dando-lhe o direito de votar na escolha de deputados, senadores, prefeitos, governadores e, até, do presidente da República.
Não é uma solução para violência, mas apenas o reconhecimento da capacidade de discernimento do jovem de 16 anos. A maioridade penal aos 18 anos não pode ser tratada como um dogma. Isso impede a discussão sobre novas políticas criminais.
Artigo de minha autoria publicado hoje no O Globo
À força
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010(Informe JB) – Depois de propor um cadastro nacional para dependente de drogas, o deputado Marcelo Itagiba optou por uma nova polêmica: apresentou projeto na Câmara propondo a internação forçada dos usuários de elevada dependência ou que tenham sido presos pela terceira vez.
Lei frágil estimula impunidade
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010Muito pior do que o desalento do policial que, rotineiramente, prende uma, duas ou três vezes o mesmo bandido, arriscando a sua vida, é o sentimento de impotência e revolta de um cidadão ao saber que o assassino do seu filho, o estuprador de sua irmã, o seqüestrador do seu sobrinho ou o assaltante que invadiu a sua casa já havia sido preso e ganhou a liberdade condicional antes de cumprir toda a pena.
O combate aos criminosos e a redução dos índices de violência, que neste momento estão elevadíssimos não somente no Rio de Janeiro, mas também em muitas das grandes metrópoles do país, exigem várias medidas. Uma delas é a adoção de uma legislação penal que seja justa, forte e efetiva.
Se já é inaceitável que as penas contra os piores crimes sejam frágeis e estimulem a impunidade, mais inadmissível ainda é constatar que perigosos bandidos encontram facilidades na lei para retornar às ruas e cometer os mesmos crimes.
Por isso, apresentei o projeto de lei nº 6285, alterando a Lei de Execução Penal e exigindo a realização de exame criminológico nos presos condenados antes que eles sejam autorizados a ingressar nos regimes semiaberto e aberto.
Hoje, eles voltam às ruas numa decisão quase que automática, sem qualquer avaliação psicológica e comportamental, depois de cumprirem o tempo mínimo necessário para deixar a cadeia e ficar em liberdade condicional. O noticiário tem mostrado casos de bandidos que saíram da prisão com a obrigação de retornar à noite e nunca mais voltaram.
Com o exame criminológico, muitos deles não teriam sido soltos, pois o juiz teria constatado que, quando presos, não apresentaram qualquer sinal de recuperação. E, no caso dos psicopatas, dificilmente poderiam ser contemplados com os benefícios da lei.
Artigo de minha autoria publicado hoje em O Dia
O que faz a lentidão
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010(Justiça e Cidadania / O Dia) – Há dois anos, o Congresso debate a redução da maioridade penal para 16 anos. Bandeira do tucano Marcelo Itagiba, impediria que menores envolvidos em homicídio – como o caso João Hélio – ficassem só três anos apreendidos.
Proteção a jovem na mira do MP
sábado, 20 de fevereiro de 2010(O Dia) – O Ministério Público Estadual vai pedir a retirada de Ezequiel Toledo Lima, 19 anos – um dos assassinos do menino João Hélio, 7, há três anos – do Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte (PPCAAM), do governo federal. As promotoras Denise de Mattos Martinez e Maria Cristina Magalhães alegam não haver, no processo, elementos que comprovem a necessidade de inclusão do jovem no programa.
Redução da maioridade para 16 anos
O caso Ezequiel trouxe à tona a discussão sobre a redução da maioridade penal no Brasil. Relator de 21 propostas de emenda à Constituição (PECs) que tratam do assunto, o deputado Marcelo Itagiba (PSDB-RJ) defende que jovens com idade a partir de 16 anos respondam pelos seus crimes. “A redução não é uma solução para violência, é apenas o reconhecimento da capacidade de o jovem de 16 anos ter o discernimento do ato ilegal que praticou”.
Alencar in Rio
domingo, 14 de fevereiro de 2010(Anna Ramalho / JB) – Com o presidente Lula de viagem marcada para Israel, caberá ao vice-presidente, José Alencar, participar da primeira comemoração pelo Dia Nacional da Imigração Judaica, em 18 de março. O convite, aceito semana passada, foi feito pelo deputado Marcelo Itagiba, autor do projeto de criação da data.
Aliás
A lei foi sancionada pelo próprio vice-presidente, em dezembro, quando também ocupava interinamente a Presidência.
Gabeira assume que é pré-candidato ao Governo do Rio
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010(Correio do Brasil) – O deputado federal Fernando Gabeira (PV) assumiu ontem, pela primeira vez, que é pré-candidato ao cargo de governador do Estado do Rio de Janeiro. A revelação foi feita na gravação da entrevista concedida ao deputado federal Marcelo Itagiba (PSDB-RJ) para o programa De Olho no Rio, que vai ao ar no próximo domingo, às 12h15, pela CNT.
- A alternância no poder é fundamental para a democracia e o Rio precisa de uma nova forma de fazer política, afastando as oligarquias que o dominam há décadas. Por isso, eu sou pré-candidato ao governo do estado, tendo o Márcio Fortes como pré-candidato ao cargo de vice-governador na frente partidária, liderada pelo PSDB, que decidiu lançar meu nome para as eleições deste ano – revelou Fernando Gabeira.
Clique aqui para assistir a entrevista.
Martelo no ar
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010(Coluna da Anna Ramalho / JB) – O tucano Márcio Fortes é, até o momento, o nome escolhido para pré-candidato a vice-governador de Fernando Gabeira (PV), pré-candidato pela Frente Carioca. A declaração foi dada, ontem, pelo próprio deputado federal para o De Olho no Rio, apresentado por Marcelo Itagiba. A entrevista vai ao ar, domingo, pela CNT.
Todos têm que ser iguais perante a lei
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010O Brasil nunca será um país justo enquanto as autoridades – como nos casos do juiz que matou com um tiro na cabeça o desarmado vigilante de um supermercado no Ceará e do promotor que assassinou à bala a esposa grávida de sete meses em São Paulo – continuarem gozando do privilégio de possuir foro especial para responder pelos crimes dos quais são acusadas.
No Brasil, todos são iguais perante a lei. Menos os deputados, senadores, governadores, promotores, procuradores, juízes, desembargadores, ministros, presidentes e vice-presidentes da República.
A minha proposta de emenda constitucional (PEC nº 130) destinada a acabar com o foro privilegiado foi redigida e protocolada no dia 7 agosto de 2007, após participar do seminário Juízes contra a Corrupção, realizado pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), em Brasília.
No evento, a voz corrente entre os magistrados era a de que a obtenção de resultados consistentes no combate à corrupção e à impunidade dependia, indispensavelmente, do fim do foro por prerrogativa de função dos parlamentares.
Naquele momento, me posicionei favoravelmente à mudança constitucional, mas ressaltei que o efeito esperado (a redução da corrupção e da impunidade) jamais seria alcançado se a extinção do privilégio não fosse estendida a todas as autoridades dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário.
Com a concordância manifestada por todos, elaborei a PEC para abolir o foro especial. Após ser aprovada na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, ela foi modificada pelo texto-substitutivo do relator, que recebeu parecer favorável da comissão especial responsável pela última análise antes da votação. Contudo, com a reprovação do substitutivo pelo plenário, agora será votada a proposta original (a PEC nº 130, de minha autoria).
Francis Bogossian defende mudanças nos cursos de engenharia
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010(Correio do Brasil) – Novo presidente do Clube de Engenharia, Francis Bogossian foi o entrevistado do deputado Marcelo Itagiba no programa De Olho no Rio levado ao ar neste domingo pela CNT. Francis, que ocupa o cargo exercido no início do século passado pelos engenheiros Pereira Passos e Paulo de Frontin, que foram prefeitos do Rio de Janeiro e responsáveis pelas primeiras grandes obras de estruturação urbana da cidade, falou da participação histórica da entidade na vida do país.
– O Clube de Engenharia sempre se interessou pelos problemas do Brasil, defendendo o nacionalismo e participando de projetos importantes, como a construção da Avenida Brasil, no Rio de Janeiro, e de grandes eventos cívicos, como o movimento Diretas Já – contou o engenheiro, ressaltando que o fato de a sede ter sido sempre no Rio nunca atingiu a dimensão nacional das atividades da entidade.
Francis disse que, em sua gestão, lutará pela melhoria dos cursos de engenharia no país.
– Queremos uma audiência com o ministro da Educação para discutirmos a reformulação dos cursos, pois, hoje, nos dois primeiros anos de estudos, os alunos são obrigados a se dedicar a muitas disciplinas fora do âmbito da engenharia, condição que os desestimula a concluir o curso – defendeu o presidente do Clube.
Remuneração justa para os policiais
sábado, 30 de janeiro de 2010Em sua carta (27/1), Dirceu Gomes Ferreira Filho omite que, na minha gestão como secretário de Segurança Pública, os policiais civis, militares e bombeiros, incluídos os inativos, receberam em 2005 um aumento de 17,5%, que até hoje não foi superado por qualquer outro reajuste. Como deputado federal, participei da comissão especial que aprovou com meu voto a PEC 300 (piso nacional para PMs e bombeiros) e apresentei propostas por salários dignos e benefícios para os que arriscam suas vidas em defesa da sociedade. Elas estão em discussão na CCJ da Câmara, que já reconheceu a constitucionalidade da minha PEC 245, que resgata a dignidade salarial de todos os militares do país.
Carta de minha autoria publicada home na seção Carta dos Leitores de O Dia
Segurança pública no asfalto e nas comunidades
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010Todos os cidadãos têm direito à segurança pública. Sejam os moradores das comunidades mais pobres do Estado do Rio de Janeiro ou os integrantes das classes média e alta, que são a minoria da população.
Todos têm direito à segurança pública a ser prestada pelo Estado, por meio da Polícia Militar e da Polícia Civil e, em menor escala, pela Polícia Federal, porque a Constituição Federal lhes garante o direito à vida, o direito de ir e vir e o direito ao patrimônio honestamente adquirido, independentemente do seu valor no mercado.
Com base nesse princípio – o de que todos têm direito à segurança a ser garantida, por dever constitucional, pelo estado –, deve ser priorizada, como tem sido feito pelos últimos governos, a ocupação policial das comunidades mais pobres, onde traficantes de drogas e milicianos se entrincheiram com as suas armas de guerra e lutam entre si, ferozmente, pelo controle do território.
A presença estatal nas comunidades dominadas pelos criminosos – que não deve se limitar às ocupações policiais, mas englobar a prestação de todos os serviços públicos indispensáveis, como saneamento e fornecimento de água e energia elétrica, como também a instalação de postos de saúde e escolas – deve ter caráter permanente.
A prioridade a ser dada às comunidades mais pobres do nosso estado se deve ao notório fato de que os moradores que nelas residem – 99% deles trabalhadores honestos que rejeitam a dominação dos criminosos, sejam eles traficantes ou milicianos (bandidos travestidos de policiais) – são os que mais sofrem com a indesejável presença de facínoras circulando fortemente armados e lhes impondo as suas “leis”, à revelia da ordem constituída.
Hilde fala sobre a morte do irmão e a luta de sua mãe
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010(Correio do Brasil) – O meu irmão morreu lutando por um Brasil melhor, afirmou a jornalista Hildegard Angel, colunista do Jornal do Brasil, em entrevista ao deputado federal Marcelo Itagiba para o programa De Olho no Rio, que foi ao ar neste domingo pela CNT.
Hildegard disse que Stuart Angel, assassinado na Base Aérea do Rio de Janeiro, durante a ditadura militar, fez parte de uma geração da qual a atual está muito distante.
– Os jovens daquela época tinham a fibra de Stuart, na tentativa de transformar o Brasil num país justo. Mas os gestos heroicos viraram literatura, e a realidade de hoje é a de jovens imediatistas em busca, exclusivamente, de suas realizações individuais – afirmou Hilde, como é conhecida a jornalista.






